はい、私の主。 ♥

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はい、私の主。 ♥: ボール-マスク★:: Masquerade!

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Uma noite tranquila, mas um tanto alegre para todos. Ciel e seu mordomo Sebastian estavam dentro de uma carruagem, guiada por um velho homem sorridente. Atrás, havia uma outra carruagem com os 4 outros empregados da mansão Phantomhive: Meirin, Finnian, Bard e Tanaka, sorridentes. Porém, não…

Cada passo ao lado que dava, mais e mais ele tentava ver, pela frente de seu mordomo, a presença tão esperada que era de Alois e Claude, que demoravam para aparecer. Isso o irritava de um jeito que não podia suportar, parecia proposital toda essa demora ou como se pudesse sentir que estivessem armando alguma amadilha enquanto estivessem distraídos com a festa. Era fato que não podiam relaxar ou achar que tudo estava bem, mesmo com ele tendo se rendido e tudo o que houve dias atrás, muitas coisas poderiam ter mudado. Pelo menos, o mordomo e o loiro voltaram a se unir, ou seja, não tinha toda aquela melancolia, podiam ter mudado tanto positivamente como negativamente. O lorde mal ficava atento à dança e nem ao olhar provocador do mordomo, até mesmo se esqueceu da péssima fantasia que foi forçado a vestir, só ficava de olho em qualquer movimento suspeito. Seus empregados já tinha ficado para longe, talvez fazendo algo como admirar toda a mansão ou qualquer coisa que provavelmente Ciel não gostaria de ver. Lizzy também não dava nenhum sinal de presença, provavelmente ele nunca o reconheceria com aquela fantasia, mesmo sendo usada na segunda vez; ou estivesse até cheio para ser visto. Pouco lhe importava, quanto menos a ouvisse e fosse atrapalhado, melhor seria para continuar com o caminho livre para se manter atento com qualquer coisa que eles pudessem fazer. Não estava nem aproveitando a noite, até Sebastian estava relaxado, ah … era difícil vê-lo mostrar preocupação, inclusive isso era motivo para se sentir irritado.

– Pare! Eles chegaram, Sebastian. E mesmo com a música continuando, muitos dos casais paravam e viam lá do topo da escada os dois: Alois Trancy e Claude Faustus. Um enorme sorriso estampava na face do menor, que acompanhado do ainda frio e quieto demônio, chamavam toda a atenção para eles. As unhas de Ciel apertavam as mãos de seu mordomo, que não disse nada, apenas acompanhou eles. Tão diferente. Diferente daquele outro estranho dia, quando Alois estava em lágrimas e depressivo, enquanto o mordomo Claude o perseguia para pegá-lo de volta; tudo sem resposta, mas faz parte do passado. Que …?Sussurrou, apertando mais as mãos de Sebastian e mordiscando o canto dos lábios. Todo seu nervosismo foi por causa de quando os dois olhares se cruzaram, o loiro apressou mais seus passos - até mesmo se afastando de Claude - e com um sorriso maior e a ponta das bochechas coradas, desceu as escadas indo até ele, sem nenhuma vez tirar os olhos de seu rosto. Os outros convidados até notavam a enorme felicidade que de repente se deu nele, que indiscretamente, mostrava que iria até o menor na mesma hora. ”O que ele quer?!” - E mais aflito ficou.

Alois Trancy, então, finalmente surgia na festa. A música logo foi abaixada e todos pararam de dançar e ficaram a observar o garoto de pé no topo das escadas, com seu mordomo logo ao lado. Assim como todos, Alois estava sorridente e, assim que o loiro reconheceu Ciel -mesmo este estando fantasiado-, largou a mão de Claude e foi descendo as escadas correndo em direção ao outro. – C-CIEL! VOCÊ VEIO! Gritou, agarrando o garoto pelo pescoço e girando no meio do salão. Ninguém, nem mesmo Sebastian estranhou aquilo; apenas Ciel que ficava de olhos arregalados e incapaz de se mover por conta do abraço. Atrás dos dois, Claude se aproximava, mas não estava fantasiado. Já a roupa de alois era um conjunto todo roxo, sua cor favorita, com alguns detalhes em preto e vermelho, mais uma cartola com asas de morcego no topo e presas em suas costas. Era fofo. 

Logo Alois se desagarrava de Ciel e voltava a segurar a mão de Claude. Obrigado por virem. É como um agradecimente, ne, Claude? Então, a rivalidade de fato se foi e Alois finalmente se mostrava feliz como nunca. Ter Ciel em suas mãos, se vingar de todos que o corrompeu, matar Sebastian … Não, nunca foram desejos do loiro. Ele só tinha um desejo: Ser amado por seu mordomo, quem o salvou de todos os abusos e violência. E agora que conseguiu, já não tinha que se preocupar com mais nada. Vendo que os outros dois se afastavam e Sebastian dizia algo no ouvido de Ciel, Alois, um tanto curioso, apenas agarrou o braço de Claude com encarando-os. Este, porém, logo pediu uma permissão para sair e ir conversar com Sebastian que já voltava a encará-los, sorridente. Ah … Então, Ciel será minha dama! ♥ E puxou o outro até um canto do salão, se afastando dos dois mordomos, que passaram a se encarar. 

Ah, mais uma vez Alois não conseguia se controlar como sempre. Aquela mesma atitude toda vez acontecia quando era anfitrião de uma festa com tanta classe, sendo escandaloso e não contendo o que sente, e como o mordomo já esperava, a presença de Ciel Phantomhive seria um motivo para ele ficar daquela forma. Assim como o loiro, logo reconheceu o lorde que estava fantasiado e de mãos dadas com o outro demônio, Sebastian. Sim, isso de alguma forma o deixava com mais ânimo em participar mais da festa. Discretamente, sorriu rapidamente e descia também as escadas; só que em passos largamente mais devagar que de Alois e mais quieto. Esperou toda a estranha e inconveniente - para o Phantomhive - recepção tão animada do outro, que abraçava e alegremente agradecia por estarem lá, enquanto Sebastian aproximava-se e dizia algo nos ouvidos do lorde.

My highness. Poderia me permitir um momento à sós com Sebastian Michaellis? Não demorará. Propositalmente, interrompeu tudo o que ele queria dizer em segredo ao menor. Esperando em ver o mesmo rosto provocante de sempre, foi encarando pelo simpático e tradicional sorriso de Sebastian que sempre soava um tanto irônico, já que independente da situação, sempre esboçava o mesmo. Chegava a ser irritante, que droga! Aquilo lhe trazia até mesmo formidáveis lembranças daquele dia na mansão de seus possíveis ”antigos inimigos”, e lhe lembrava de como as coisas acabaram meio incompletas e interessantes e naquela noite, longe dos outros dois, seria uma situação perfeita.

Dessa vez, estamos agora na mansão de Alois Trancy, e não mais onde você poderia dar qualquer ordem que desejasse. Arrumando os óculos, e aproveitando a chance dos outros convidados estarem distraídos ou com a comida ou e a dança em pares, arrogantemente e até ”feliz” por estar tendo aquela grande chance, pôs suas mãos por trás das costas do mordomo e forçou-o para frente. Ainda não esqueci o que aconteceu dias atrás quando tive que resgatar minha majestade. Só que … ainda tem mais o que fazer. Vamos para fora. Sequer esperou um ”sim” ou ”não de Sebastian, apenas continuou caminhando e viu que o outro assim também fazia. Preferiu não olhá-lo ainda, já que provavelmente, veria o mesmo sorriso. Tantas idéias apareceram a partir do quanto estavam mais distantes da parte interior da mansão.

– Hm? Com o mesmo sorriso de sempre, passando de desentendido ao ouvir as palavras do outro. Isso é um baile, tente não tirar a diversão e o sorriso das pessoas. Disse, calmamente. Então sentiu ser empurrado pelas duas mãos do outro mordomo sobre suas costas. Em passos calmos, foi indo até a saída e dirigiram até o jardim com o lago logo à frente. Vocês possuem um belo jardim, mas … É aquela mulher quem cuida das rosas, não é? Perguntou, referindo-se à Hannah, observando cada rosa de cores diferentes sobre o jardim. Já se afastando de Claude, andou até as rosas brancas, lembrando da paixão de seu lorde por elas. Suspirou e retirou, de uma de suas mangas, uma pequena tesoura especialmente para cortar as flores; servia também de “arma”, caso Claude perdesse o controle perto de Ciel.  Algumas já estão mortas. Outras com manchas …  Disse, num tom um tanto sereno quanto provocante. Ele, então, começava a cortar cada rosa manchada e morta pelo caule e jogando-as no chão, para que qualquer outro empregado da mansão Trancy as recolhesse. Aparentava não dar a mínima para a presença de seu “inimigo” logo atrás, afinal, este sabia que Sebastian estaria sempre preparado para qualquer coisa. Fico feliz que tenha finalmente reconhecido seu mestre. E por ter aprendido a se controlar perto do meu Bocchan. Não seria nada bom atrapalhar um baile tão divertido com uma luta infantil logo provocada por você, caso tentasse algo para cima de meu lorde. Assim que terminou de fazer a “limpeza” nas rosas brancas, dirigiu-se até as amarelas e recomeçou.  

E não precisa agradecer, é uma forma de agradecimento, apesar de aprender a se controlar fosse mais uma obrigação sua. Mas, então … O que queria falar comigo? Perguntou. Tomava todo cuidado para não ser perfurado pelos espinhos, enquanto esperava a resposta do outro, mas o silêncio acabou tomando conta entre os dois. Apesar de aparentar estar calmo, Sebastian sentia um alívio pelo outro não ter reagido contra si pelo que falou à pouco. Sebastian estava no território de seu inimigo, não saberia como se defender muito bem, ainda mais por estar “fantasiado” e não estava tão “armado” como ficava com suas roupas normais de mordomo. Ouvindo os passos do outro sobre a grama, percebia que Claude se aproximava, ainda devagar, sem dizer nada. Preferiu não se virar: Apenas continuou com seu “trabalho” e esperou pela ação do outro. 

Sim, é ela. Em tom impaciente, respondeu à pergunta feita pelo mordomo Phantomhive. Uma pequena irritação, que não era demonstrada em sua calma e fria expressão, começava a aparecer só por ele já ter tocado no assunto da decoração, o que significava que ”rebateria” a mesma provocação que havia feito. ”Ele só pode estar brincando. Que demônio mais … !” - E então, viu Sebastian tirando das mangas uma grande tesoura, idêntica daquelas de cortar jardim. Isso só podia ser uma piada! Quem por acaso vai em uma festa com uma arma prática dentro de uma fantasia? Os dois não eram idiotas, isso sim era um fato. Eles não abaixariam a guarda daquela forma; mas o fato de estarem à sos o acalmava. Ignorando as críticas feitas pelo outro, Claude viu cada planta morta e sem cor sendo jogadas no chão junto com o caule, já formando uma pequena relevância. Sua mãos se fechavam para controlar toda a raiva que sentiu com aquela ousadia de Sebastian, sendo que ao mesmo tempo, aquilo era um detalhe que o agradava. Toda a implicância, o jeito irônico de sempre agir, fazia com que ele ficasse mais interessado naquela situação, e quem sabe … em Sebastian Michaellis. Apesar de ser tão frio e aparentemente obediente e correto, Claude se sentia muito atraído pelo jeito muito igual com o do outro mordomo e pela intensidade que começava a ficar mais forte aos poucos. Ah, sim, mais uma vez era atacado pelas provocações do outro, que com um ar de arrogância e provocação, dizia que não queria recomeçar outra briga no meio da festa caso ele não se controlasse por perto de Ciel. Mas … mal sabia Sebastian, que depois de tudo que Claude disse e tentou fazer, aquele lorde não o mais interessava.

”Pegar de surpresa … ele com certeza não reagiria …” - E praticamente fixado, foi andando - em passos lentos que mesmo assim resultavam em barulhos por cima da grama - de pouco em pouco até ao mordomo. Seus lábios tentavam abrir um sorriso, todo o perigo só incitava mais ele. ”Huh?” - Suspirou ao ver o olhar rápido que o demônio desviou para si, notando a aproximação. Tudo acabado? Não, pois ele continuou a cortar as rosas normalmente e não disse nada. Nesse ponto, Claude sabia que precisava ser mais rápido.

– Sebastian. Apressou seus passos e sem que ele notasse, ficou por trás. Vendo a surpresa dele, rapidamente prendeu seu braço e o fez soltar a tesoura, que ficou larga em cima da grama. Seu coração palpitou, e agora que tinha Sebastian praticamente em seus braços sem poder mover-se, era só aproveitar. Encostou seu nariz no pescoço do outro e suspirava de jeito abafado ali. Vendo uma tentativa deste de falar algo, deslizou sua língua ainda no pescoço em movimento de frente-para-trás.

– … O-O qu— –  Assustou-se com a atitude do outro. Não por ter chegado por trás, mas sim por ter segurado seus braços e começar a sentir seu perfume pelo pescoço. Sentia um leve calafrio com cada suspiro, sentindo a respiração do outro batendo contra seu pescoço. Ergueu sua cabeça, mas acabou dando mais “espaço” para Claude acabar lambendo seu pescoço. Segurou os gemidos, ele tentava se mover, mas cada vez que tentava se separar do outro, mais ficava preso à Claude. Acho que meu Bocchan não vai gostar de ver isso, Claude. Disse, permanecendo com os olhos fechados, tentando suportar cada arrepio sem soltar nenhum gemido. Sentiu suas pernas se cruzarem com às de Claude e, finalmente, ficou com seu corpo totalmente colado ao do outro. Sebastian poderia empurrá-lo facilmente se fosse um humano qualquer, mas … Claude chegava a ter mais força. – Se está tão faminto assim, vá se alimentar da alma de Alois! –  E sentiu seu pulso ser apertado com mais força pelo “insulto”. Apesar de estar concentrado em lamber o pescoço de Sebastian, Claude não deixava de usar força nas pernas e nos braços hora alguma. No fim, ele era muito esperto e não daria brecha para o outro escapar. 

Mas afinal … O que pretende? Perguntou meio trêmulo, finalmente abrindo seus olhos revelando a tonalidade mais avermelhada encarando o outro. Conseguiu virar seu pescoço, já sentindo o quanto o mesmo estava úmido por causa das lambidas, e passou a encarar o outro em silêncio até que finalmente respondesse. Continuava preso pelas mãos e pernas do outro enquanto percebia o quanto seus lábios estavam próximos aos de Claude, conseguindo até sentir sua respiração. Sebastian já começava a se sentir atraído pelos lábios de Claude, mas … Droga! Tinha que se controlar, afinal, Claude não era humano e sim um demônio, chegando até a ser um tanto mais forte. Sebastian era menor que Claude, inclusive, e tinha de erguer um pouco a cabeça para poder enxergar seu rosto claramente. Pela primeira vez Sebastian não conseguiu encará-lo por tanto tempo: desviou seu olhar para o chão, abaixando a cabeça e deixando que uma parte de seu cabelo escondesse seus olhos. Sebastian, então, rendeu-se à Claude? Provavelmente sim, afinal, estava totalmente preso e não tinha como escapar das mãos do outro. Sebastian passou a encarar cada rosa morta que fora jogada no chão, então. Esperaria que Claude acreditasse que o menor se rendeu para acabar se soltando e reagindo contra ele. 

Foi então que Sebastian sentiu uma das mãos do outro se soltando, porém, antes que pudesse se mecher, acabara tendo os dois braços pesos por uma só mão de Claude. O maior repousava sua mão sobre a cintura de Sebastian e ia subindo, passando por seu peito, pescoço até, finalmente, chegar ao rosto forçando-o a erguer a cabeça e virá-lo, voltando a encarar aqueles olhos amarelos. Percebia que seu rosto acabara ficando mais próximo do que antes. – … Hm? Foi o único som que soltou. Mostrava-se indiferente a cada atitude do outro, procurando se acalmar e ignorá-lo; quem sabe, dessa forma, Claude perceberia que Sebastian não queria nada e acabasse largando-o e o deixando em paz.

Posted on March 03, 2012 with 18 notes
via desireyoursoul-myhighness (originally sebbychan-seme)